As duas últimas semanas não foram fáceis. Passaram como um filme em que eu vi um enorme esforço – não somente meu, aliás – se esvair num enorme descuido de não ter sido mais cuidadoso com meu espaço de trabalho e comigo mesmo. A possibilidade da perda do hd implicava um prejuízo difícil de estimar para um projeto de vida que incluiu a saída de um trabalho “estável” – se não estável, pelo menos adaptável. Entre muitas outras coisas mais privadas.
Como havia ditou num dos postas abaixo, mandei o hd avariado para a BCL Tech tentar recuperar. Essa semana recebi a informação que todo o material que produzi, copiei, comprei para o doutorado é recuperável. Espero retomar tudo na próxima semana e retomar o trabalho no computador. Muitas lições a se tirar disso tudo.
Na superfície,
manter uma cópia de backup atualizada da produção diária
manter uma cópia geral de tudo, atualizada com uma frequencia de 15 dias
variar as formas desse backup: webmail, hd virtual, pen drive, DVD
empresas que oferecem manutenção de notebooks e venda de acessórios como a Notebook City e a UpGrade, ambas do Recife, não são empresas sérias. não trabalham com o princípio de honestidade e transparência. Faço um post sobre isso qualquer hora dessas.
Mais além
parar de confiar na sorte, que muito tem me ajudado até aqui. Tanto, que me deixou mal acostumado e até certo ponto viciado.
respeitar mais o trabalho de quem me permitiu estar agora teminando o doutorado. Muita agente vem à cabeça, mas principalmente minha mãe, educadora, que me incutiu a vontade e o prazer em estudar.
não abrir espaços para o azar. eles corrompem até hds e se espalham pelo restante do espaço.
mais além é mais privado.
O fato é que cansei desse assunto, que me desgastou muito (não só a mim, diga-se). Apesar de tudo, fiz as alterações recomendadas pela minha orientadora e comecei, na munheca mesmo, a escrever o segundo capítulo. Quero terminá-lo até a primeira quinzena de julho.
Bola pra frente que atrás vem gente.

Categories: Coisas imateriais
No Comments »





No Responses to “Da arte de perder tudo III”
Care to comment?