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O capítulo 2

Luiz Carlos Pinto | 5 de julho de 2009 22:02

Ando escrevendo o segundo capítulo para não ficar parado, enquanto não recupero os dados do hd pifado. Nesse segundo vou tratar da tecnologia e da técnica, discutir como são instâncias fundamentais no controle das formas contemporâneas de produção, circulação e fruição de bens simbólicos. Nesse sentido não há nada de novo. É uma tese largamente usada. O principal objetivo desse capítulo (assim como do primeiro) é enunciar o problema que me tomou esses anos.

No caso específico do capítulo 2 a enunciação do problema é acompanhada por uma defesa de uma perspectiva de análise da técnica e da tecnologia que supere o pensamento individualizado que marcou a tradição ocidental sobre o assunto, que vem de Heiddeger a Habermas, passando por Jacques Ellul e por Marcuse. Estou em defesa de um pensamento que acentua a técnica como individuação. E para isso tô lançando mão das análises dos filósofos Gilbert Simondon e Gilles Deleuze e dos antopólogos Leroi-Gourhan e Bernard Stiegler.

Com isso pretendo do meio pro fim, com a ajuda de Alberto Melucci, mostrar como essa perspectiva de análise da técnica e da tecnologia é mais adequada para considerar as questões de apropriação que surgem entre os movimentos sociais contemporâneos.

Minha idéias era terminar esse segundo até o dia 15 desse mês, mas pelo andar da caruagem não sei não.

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