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Um laboratório de venenos?

Luiz Carlos Pinto | 7 de novembro de 2007 17:53


Duplicidade, hipocrisia e demagogia: estes são os traços distintivos do regime comunista que se instalou, a partir de 1917, no território do antigo império russo.

Quem lutava fervorosamente pela liberdade de imprensa na época do czarismo e após sua queda? Os bolcheviques, naturalmente. E quem, oito dias após ter tomado o poder pela violência, fechava todos os jornais da oposição, acabando com a liberdade de expressão? Os mesmos bolcheviques.

Quem, desde sempre, qualificava o terror como uma prática incompatível com a moral comunista e com os princípios fundadores do marxismo-leninismo? Os bolcheviques, naturalmente. E quem, uma vez no poder, fez do teror uma arma indispensável e essencial de sua política interna e externa? AInda os bolcheviques.

Um grande número de propagandistas e teóricos, formados em universidades e academias, foi encarregado de justificar aquela política nunca chamada por seu nome verdadeiro, dissimulada em atos de “legitimidade socialista”e de “justiça soviética”, de “racionalidade revolucionária”ou, simplesmente, disfarçada de morte natural ou de acidente.

Assim começa o livro O Laboratório dos venenos – a indústria do assassinato político na Rússia de Lenin a Putin, de Arkadi Vaksberg, russo que consegue ser doutor em direito, escritor, jornalista e dramaturgo. A leitura parece ser das boas e chega embalada nos 90 anos da revoução russa. Como outros pensadores daquele paíss, Arkadi sofreu censura e não sei como ainda não morreu, como seu compatriota Alexandre Litvinenko, ex espião da KGB, morto em decorrência de uma dose cavalar de produtos radiaoativos.

Independente da qualidade do livro, que até agora parece ter uma tradução (Márcia Atália Pietroluongo) e uma produção competentes (a editora no Brasil é a Nova Fronteira), a lista de assassinatos políticos na ex-União Soviética é realmente de impressionar qualquer um. O ponto central do livro parece ser mostrar que esse é um procedimento que faz parte da prórpia cultura política da Rússia, desde os tempos de Stalin, passando pela abertura política até os dias de hoje, onde seriam comandados pelo ex-funcionáriio e hoje presidente, Putin. Daí minha surpresa do autor ainda estar vivo.

Na longa lista de assassinados: Trotski, a viúva de Lenin, o general Frunze, os generais emigrados Kutepov e Miller, o escritor Boris Pilniak, o presidente tcheco Jan Masaryk, o ex-prefeito de San Petersburgo Anatoli Sobchak, o jornalista Chekochikhin, (o presidente da ucrânia, Viktor Yushchenko escapou fedendo).

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